
Aconteceu em Novo Horizonte
A cada três meses, eu com minha família, visitávamos as Igrejas do campo. Foi em Novo Horizonte – SP, que nós éramos hospedados na casa do irmão Agenor e Julieta. Seu Filho, o Neto, sempre nos acompanhava nas visitas aos irmãos daquela Igreja.
Uma certa tarde nós fomos visitar o Pb. Mário Teixeira de Lima, e para ir até sua casa, tinha que atravessar um rio cuja ponte foi levada por uma chuva muito forte, e a Prefeitura improvisou “uma pinguela”, que são dois troncos com uma tábua atravessada, para que as pessoas pudessem atravessar. Quando estávamos retornando, e já era escuro, o Pb. Mário nós emprestou um “farolete”, e quando nós estávamos descendo, ouvíamos no sentido contrário, uma criança que vinha chorando muito, e nos encontramos na travessia do rio; pedi para o Neto iluminar a pinguela para que aquela família pudesse passar, era uma mãe segurando sua criança, uma avó, e mais outra criança de mais ou menos 10 anos. Quando atravessaram, eu perguntei qual era a causa daquele choro, e sua mar respondeu: “Que já fazia três dias que ela chorava sem parar, e já havia levado ela duas vezes na Santa Casa e os médicos disseram que não podiam fazer mais nada”, foi quando, eu pedi para que pudesse orar pela criança, e sua mãe aceitou, ali mesmo impus as mãos sobre aquela criança que estava chorando muito e orei; ao tirar as mãos dela, a criança parou imediatamente de chorar, sua ficou abismada e começou a chorar de alegria, aí tive que orar por ela, pela avó e pela outra criança. Glória a DEUS, DEUS fez uma obra extraordinária naquele momento e naquele local.
O Neto, não parava de contar este feito, que foi extraordinário e maravilhoso.
Passados alguns anos, eu contei este fato em nossa Igreja em SJC; certa manhã de domingo, eu recebi um telefonema de uma senhora que me disse que a irmã Helena lhe havia contado a história acima e agora ela estava com o mesmo problema, seu filho, já chorava há dois dias sem parar, e ela já havia levado para o Pronto-Socorro e não deu resultado, então ela pediu que nós orássemos, eu ouvia a criança chorar lá no fundo, pedi que a mãe a pegasse no colo, dobrei meu joelho na minha sala e orei também, e disse àquela mãe: “Estou indo à Igreja e volto 12hs, a senhora me liga se a criança não parar de chorar, porque aí eu vou até sua casa para ungi-la com óleo e impor as mãos e orar”. Retornei da Igreja ao 12hs e esperei a ligação, porém sua ligação só aconteceu por volta das 17hs, agora quem estava chorando era a mãe, chorando de alegria que disse-me: “Pr. Odecio, tão logo o senhor desligou o telefone a criança parou de chorar, dei comida pra ela e coloquei-a na cama junto com meu esposo e os dois estão dormindo até agora, me desculpa Pastor, eu também dormi e só acordei agora pra te ligar”.
Só sei que essa senhora se chama Helena. Não a conheço, nem seu filho nem seu esposo, mas o DEUS VIVO a conhece.
Marcos 16:18b “...e porão as mãos sobre os enfermos, e estes serão curados”.
Pr. Odecio